E quanto àqueles que
duvidam
de minha sanidade,
sinto desapontá-los,
mas ela está aqui bem
segura
dentro de mim.
Talvez um pouco
arranhada
pelo descaso do
mundo.
Talvez um pouco
inflamada
pela falta de
respeito dos homens.
E definitivamente
decepcionada
com as más escolhas
de muitos.
Mas presente,
inegavelmente,
por trás de todo meu
riso
inconsequente
e por trás de todo
meu pranto
incoerente.
Isso sem falar nas
minhas palavras cruéis.
Definitivamente, uma
mente sã,
capaz de responder
por seus erros
e acertos.
Se está difícil de
acreditar,
talvez você só tenha
que olhar mais de perto.
x
Coisa velha, data original é algum momento de 2010, provavelmente. Um exemplo do tipo de coisa-estranha-similar-a-poesia-mas-não-exatamente que de vez em quando me vem. Breve incia-se algo mais interessante por aqui. E sim, é uma SÉRIE. Aguardem ;)

É preciso ser insano para viver num mundo "são". ^^
ResponderExcluirI like it
ResponderExcluirMeu irmão, tá sinistro isso aí. Espero que o Victor da Mata leia isso! Ele certamente terá algo muito interessante a acrescentar.
ResponderExcluirNo momento, eu posso dizer que há um "ritmo" aí, que me deixaram indignados por uma velha afirmação sua de que não ainda havia se arriscado na área da poesia.
Eu não vou dizer que curti, porque isso aí, por alguma razão, foi uma tacada forte em mim, então certamente darei uma volta e virei tentar entender o porquê dessa sensação de um trem te arremessando para longe. ;p
(Caso ainda tenha dúvidas: está muito bom!)
Ah, o belo ofício de transformar sentimentos em palavras! Que você sempre desempenha muito bem, como aqui! =) Me lembrou de certa forma a metáfora por trás do gato de Cheshire (aqui em baixo todos são loucos). É como eu sempre digo, esse mundo não merece ser levado a sério =D
ResponderExcluirGostei de como o texto sobre sanidade e coerência possui uma forma oscilante, ondulante. O verso/pensamento ora longo e incompleto, ora breve e terminado.
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